Psicólogo Murillo Rodrigues

Psicólogo (CRP 09/9447)| Professor | Pesquisador

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Terapia de Casal: Quando procurar?
Hollywood fez um grande desserviço à Terapia de Casal: nos filmes, seriados, e outras produções cinematográficas, geralmente este modelo de psicoterapia aparece pintado como algo cômico, ou mesmo um espaço onde um cônjuge vai para "desabafar" ou para "falar mal do outro". Em outros momentos, as telas retratam um casal com grandes almofadas batendo um contra o outro, mas isso acontece realmente? O objetivo deste texto é retirar alguns mitos em relação à Terapia de Casal. Então vamos nesta!

Como acontece a Terapia de Casal
Cada psicólogo tem o seu jeito de conduzir a terapia de casal: alguns fazem sessões mais extensas, outros fazem a sessão convencional de 50 minutos, outros fazem sessões conjuntas e separadas alternadamente, enfim, não há um jeito único de fazer.

Assim como diz o velho ditado que "Vários caminhos levam a Roma", também é a Terapia de Casal: várias são as possibilidades de atuação com o casal dentro do consultório, e isso depende da experiência do terapeuta, da teoria utilizada por este para compreender a relação do casal, da empatia que é gerada entre o casal e o psicólogo, enfim, vários são os elementos que influem para o desenvolvimento deste modelo de trabalho terapêutico.

O que se trata em uma terapia de casal?
Vários são os assuntos, e estes não necessariamente tem que envolver uma "briga", uma "traição" ou qualquer coisa do gênero: existem casais que procuram terapia para melhorar a sua comunicação, para repensar a forma como estão educando os filhos, para melhorar o desempenho sexual, etc. Isso mostra que a Terapia de Casal não existe somente com a ideia de "tentar consertar algo que está quebrado", mas também para fortalecer a relação e educar os casais a viverem de outras formas possíveis que não somente aquela que lhes foi ensinada pela rotina, por exemplo.

Haja vista a correria do dia a dia, as obrigações do trabalho, o estresse da vida contemporânea, muitas vezes o casal não possui tempo ou às vezes nem sabe como, ou qual a importância de terem um tempo para repensarem a sua vida conjugal, afetiva, sexual, familiar.

Mas no geral, quando eu devo procurar Terapia de Casal?
Não há regra, mas algumas situações podem te ajudar a identificar um bom momento para buscar o auxílio profissional para uma Terapia de Casal:


  1. Dificuldade de comunicação e brigas frequêntes;
  2. Diminuição da vontade ou da frequência sexual;
  3. Falta de interesse estar junto com o(a) parceiro(a);
  4. Dificuldade de conciliar a relação sexual/afetiva, com a criação dos filhos;
  5. Dificuldade de relacionamento após o nascimento de um(a) filho(a);
  6. Rompimento dos votos matrimoniais;
  7. Casal em vias de separação;
  8. Noivos buscando aperfeiçoarem a relação para contrairem o matrimônio;
  9. Desentendimento de planos/projetos de vida entre cônjuge;
  10. Sentimento de que "acabou o amor";
  11. Dificuldades nas relações sexuais, biológicas ou psicológicas;
  12. Dúvidas em relação aos sentimentos/relacionamento;
  13. Problemas do casal na relação com parentes próximos, como sogros, cunhados, pais, etc;
  14. Casal em busca de aperfeiçoar a sua relação através do autoconhecimento.


Enfim, Terapia de Casal não é um bicho de sete cabeças, mas pode ser a oportunidade de melhorar o relacionamento, alcançar maior qualidade de vida e ter mais possibilidade de educar filhos e constituir família, por exemplo. Além do fato de que um casamento quando não se encontra em estado de bem estar pode afetar seriamente diversas áreas da vida de uma pessoa, como a profissional, por exemplo.

Como eu faço?
Tenho desenvolvido durante alguns anos um método muito próprio de lidar com casais em terapia. Meu objetivo, enquanto terapeuta, não é fazer com que o casal construa um modelo de casamento como "um conto de fadas", mas pelo contrário, ajudar cada um, em sua particularidade, a conhecer os diversos elementos da realidade que influenciam nas suas relações, podendo causar bem ou mal estar. Desta forma, não busco apaziguar brigas, ou fazer com que sintam uma espécie de bem estar passageiro, mas fazer o casal refletir sobre a relação que leva e sobre quais são os objetivos que o mesmo possui para os próximos anos de vida.

É um trabalho desafiador sim, mas na maioria das vezes LIBERTADOR! Ninguém é obrigado a deixar de existir em prol da existência de outra pessoa, na verdade um casamento existe para que os casais se complementem e que, mutuamente, descubram quais são as suas contraditoriedade e complementaridades.

Quer descobrir como podemos trabalhar para ajudar seu casamento? Entre em contato comigo!

Sobre o autor

Murillo Rodrigues dos Santos - Psicólogo (CRP 09/9447) pela PUC Goiás (Brasil), com formação em Terapia Sistêmico Relacional de Casais e Famílias pela Universidad Católica del Norte (Chile), com aperfeiçoamento profissional pela Brown University (EUA) e Fundación Botín (Espanha). Mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Goiás (Brasil).

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